Espaços Imaginários http://espacosimaginarios.posterous.com http://espacosimaginarios.posterous.com/ posterous.com Wed, 31 Aug 2011 10:51:00 -0700 1º prémio Sara Nunes_ 1st prize Sara Nunes aces.gondomar.logotipo http://espacosimaginarios.posterous.com/1-premio-sara-nunes-1st-prize-sara-nunes-aces http://espacosimaginarios.posterous.com/1-premio-sara-nunes-1st-prize-sara-nunes-aces

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Sun, 29 May 2011 08:53:00 -0700 Próxima Paragem: Madrid_ Next Stop: Madrid http://espacosimaginarios.posterous.com/proxima-paragem-madrid-next-stop-madrid http://espacosimaginarios.posterous.com/proxima-paragem-madrid-next-stop-madrid

MADRID LONGBOARD from Juan Rayos on Vimeo.

 

Madrid será nos próximos seis meses a sede dos ESPAÇOS IMAGINÁRIOS.

Por essa razão haverá uma rúbrica especial semanal, dedicada à capital espanhola.

 

Madrid will be in the next six months the headquarters from ESPAÇOS IMAGINÁRIOS.

For that reason, will be weekly one special rubric, dedicated to the Spain Capital.

 

 

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Tue, 24 May 2011 16:45:13 -0700 Mundo sem Abrigo_ World without Shelter http://espacosimaginarios.posterous.com/mundo-sem-abrigo-world-without-shelter http://espacosimaginarios.posterous.com/mundo-sem-abrigo-world-without-shelter

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Este projecto de cenografia de Sara Nunes, realizado para o espectáculo 18ª Noite Jovem, este ano com o tema: “Mundo sem Abrigo”, esteve em cena em Gondomar a 21 de Maio de 2011.

O cenário teve como principal objectivo funcionar como elemento unificador, de todo o espectáculo, uma vez que foi composto por encenações muito distintas unidas apenas pelo tema.

Partindo da ideia de abrigo, elemento básico para a sobrevivência da vida humana, associou-se o abrigo à ideia arquétipal de casa e utilizou-se a repetição da mesma, para criar a cenografia.

O arquétipo é repetido, em várias escalas e materiais e ainda fixado no tecto, com diferentes inclinações, por forma a representar que no mundo, os abrigos são diferentes.

A iluminação projectada sobre os cenários, ajudou a criar diferentes ambientes, para as diferentes encenações.

A organização do evento: CHAMA (grupo de jovens Capuchinhos de Gondomar), foi responsável pela execução e montagem dos cenários.

Sara Nunes

 

 

This scenography project design by Sara Nunes, performed the show for the 18th Youth Night, this year with the theme: "World Without Shelter", was on the scene in Gondomar on May 21st of 2011.

The scenography main objective was to work as an unifying element of the whole show, since it was composed of very different scenarios united only by the theme.

Starting from the idea of shelter, basic element for the human survival, it was associated with the archetypal idea of house and used the repetition of the same, to create the scenery.

The archetypal element is repeated in various scales and materials and fixed on the ceiling, with different inclinations, to represent the different shelters that exist on the world.

The lighting projected to the scenography, helped to create different environments for different scenarios.

The organization: CHAMA (youth group form Capuchinhos Gondomar), was responsible for implementation and installation of the scenography.

 

 

Sara Nunes

 

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Sun, 15 May 2011 16:31:00 -0700 Um palco chamado CIDADE_A stage called CITY http://espacosimaginarios.posterous.com/um-palco-chamado-cidadea-stage-called-city http://espacosimaginarios.posterous.com/um-palco-chamado-cidadea-stage-called-city

 

 

O fotógrafo Dane Shitagi, abriu as portas do Teatro, e trouxe o Ballet às ruas de Nova Iorque.

A sua obra "Ballerina Project", capta a relação entre o corpo e a cidade.

Um corpo que com pequenos passos, gestos, e movimentos... faz parar os edifícios, o metro, os carros, as gentes, as árvores.

Nas suas fotos há sempre uma ideia de paragem de tempo, como se a dança fosse capaz de congelar o tempo e a vida.

Como se a dança fosse tão poderosa, que mesmo Nova Iorque conhecida pelo seu grande movimento, parasse para ver o espectáculo, da simplicidade da excelência de dançar.

Dane Shitagi não tira apenas fotos a bailarinas em ambiente urbano, Dane Shitage transforma a cidade  num espaço "fora do mundo real" um mundo sem tempo, que torna a cidade, os seus edifícios, paisagens e gentes  em observadores quietos.

 

A obra de Dane Shitagi pode ser vista em:

http://ballerinaproject.blogspot.com/http://ballerinaproject.tumblr.com/

 http://www.facebook.com/pages/ballerina-project/22455674948?sk=wall.

Sara Nunes

 

 

The photographer Dane Shitagi, opened the doors of the theater, and brought ballet into the streets of New York.

His work "Ballerina Project", captures the relationship between body and city.

A body, that with small steps, gestures and movements... makes buildings, subway, cars, people, trees, stops.

In his photos there is always an idea of time stop, as if dance were able to freeze time and life.

As if the dance was so powerful that even New York known for it high movement, stopped to see the show, the simplicity of excellence in dance.

Dane Shitagi not only takes pictures of dancers in the urban environment, Dane Shitage transforms the city into a space "outside the real world" a world without time, which makes the city, its buildings, landscapes and people into quiet observers.

 

The work from Dane can be seen:

http://ballerinaproject.blogspot.com/http://ballerinaproject.tumblr.com/

 http://www.facebook.com/pages/ballerina-project/22455674948?sk=wall.

Sara Nunes

 

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Sat, 07 May 2011 05:38:13 -0700 Laboratórios para Viver_Labs for Living http://espacosimaginarios.posterous.com/52145844 http://espacosimaginarios.posterous.com/52145844

“Parecendo projecto simples, a casa é sempre o tema central, mais complexo e fascinante e são inúmeros os exemplos onde a casa foi o “laboratório” de ensaios de arquitectos. Assim foi na Villa Savoye de Corbusier, na Villa Mairea de Aalto, na Fallingwater de Wright ou na farnsworth de Mies, onde se escreveu a história da arquitectura mundial através de ideias novas que qestionaram os cânones da época.”

“While appearing to be a simple project, the house is always the central, most complex and fascinating theme, and there are countless cases in which the house has been the “laboratory” for experiments by architects. This was the case with Corbusier’s Villa Savoye, Aalto’s Villa Mairea, Wrigt’s Fallingwater or Mies Farnsworth, where the history of global architecture was written through new ideas that questioned the cannons of the era.”

MATEUS, José, Trienal de Arquitectura de Lisboa 2010/Lisbon Architecture Triennale 2010, Falemos de Casas/Let’s Talk About Houses, Babel, 2010

 

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Fri, 06 May 2011 15:54:00 -0700 4. Viver... Farnsworth_Living...Farnsworth http://espacosimaginarios.posterous.com/52086477 http://espacosimaginarios.posterous.com/52086477

Fransworth
 

by Sara Nunes

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Fri, 06 May 2011 15:04:00 -0700 3. Viver... Villa Mairea_Living... Villa Mairea http://espacosimaginarios.posterous.com/3-viver-villa-mairealiving-villa-mairea http://espacosimaginarios.posterous.com/3-viver-villa-mairealiving-villa-mairea

Villa_mairea

by Sara Nunes

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Fri, 06 May 2011 11:39:00 -0700 2. Viver... Casa da Cascata_Living... Fallingwater http://espacosimaginarios.posterous.com/2-viver-casa-da-cascataliving-fallingwater http://espacosimaginarios.posterous.com/2-viver-casa-da-cascataliving-fallingwater

Falling_water
 

by Sara Nunes

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Fri, 06 May 2011 07:01:00 -0700 1. Viver... Villa Savoye_Living...Villa Savoye http://espacosimaginarios.posterous.com/1-viver-villa-savoyelivingvilla-savoye http://espacosimaginarios.posterous.com/1-viver-villa-savoyelivingvilla-savoye

Villa_savoye

 by sara nunes

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Thu, 05 May 2011 14:00:00 -0700 Herberto Helder http://espacosimaginarios.posterous.com/herberto-helder http://espacosimaginarios.posterous.com/herberto-helder

2

"Estas são as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as torrentes infindáveis
das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos.
- Que fizeram estes arquitectos destas casas, eles que vagabundearam
pelos muitos sentidos dos meses,
dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra, aqui outra,
para que se faça uma ordem, uma duração,
uma beleza contra a força divina?"

 

"Yes, these are the houses. And if we ourselves are going to die,
we wonder a little, and a lot, at those architects
who didn’t see the endless torrents
of roses, or the unceasing waters,
or a sign of eternity sown in quick-beating
hearts.
— What did those architects of these houses do, they who roamed
through the months’ many directions,
saying one house goes here, another there, another there,
so as to make for some order, a duration,
a beauty against the divine force?"

 

Herberto Helder, A Colher na Boca. Lisboa, Ática, 1961. p. 13-15.

 

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Wed, 04 May 2011 05:29:00 -0700 Fanny and Alexander http://espacosimaginarios.posterous.com/fanny-and-alexander http://espacosimaginarios.posterous.com/fanny-and-alexander

 

No filme “Fanny and Alexander”, do realizador sueco Ingmar Bergman, a habitação é o local das memórias e dos acontecimentos marcantes de uma família sueca: o Natal, a morte de um familiar ou o nascimento de duas crianças1. Mas aqui, a casa não é apenas um local privilegiado de memórias, é-o também de sonhos e de construção de espaços imaginários. As duas crianças, Fanny e Alexander, vivem numa casa grande, rica e confortável, carregada de objectos, que representa para elas uma constante descoberta e é ponto de partida para a imaginação de Alexander.

A primeira cena do filme, é disso um bom exemplo. Alexander, percorre os diferentes espaços - os corredores - como se fosse a primeira vez, esperando que a qualquer momento a casa, que ele bem conhecia e habitava, lhe reservasse uma surpresa. No final, esconde-se debaixo de uma mesa, e fechando por momentos os olhos, vê uma das estátuas ganhar vida, como se a casa a tivesse própria. Desta forma a habitação, local concreto, torna-se um espaço “fora do mundo real”.

José Salgado, na publicação acima referida, diz-nos que “No limite, uma casa é uma coisa”, e portanto um objecto concreto, palpável2. No entanto, mais à frente, refere que a “coisa tem tendência a descoisificar-se”, a tornar-se imaterial. E a razão apontada pelo autor para que tal aconteça é o facto da “sua natureza estar sempre a empurrar-nos para outras paragens e a mitigar-nos noutros assuntos.”2

 

 

In the film "Fanny and Alexander", from the Swedish director Ingmar Bergman the house is the dwelling place of memories and milestones of a Swedish family: Christmas, death of a relative or the birth of two children1. But here, the house is not just a privileged place of memories, it is also a place of dreams and the construction of imaginary spaces. The two children, Fanny and Alexander, live in a big house, rich and comfortable, filled with objects, which represents for them a constant discovery and is the starting point for the imagination of Alexander. 

The first scene is a good example. Alexander, travels around different spaces - corridors –as if it was for the first time, expecting at any moment the house, which he knew and lived, may hold for him a surprise. In the end, hiding under a table, and closing his eyes for a moment, sees a statue come to life, as if the house had a life. So the house, a concrete place, it becomes a space "outside the real world." 

José Salgado, tells us that "Ultimately, a home is one thing, "and therefore a concrete object, palpável2. However, "the thing tends not be a thing" become immaterial. And the reason given by the author for this to happen is that the "nature is always pushing us to other places and other matters."2

1_Fanny and Alexander, Ingmar Bergman, 1986

2_SALGADO, José, Entrevista de José Salgado a Álvaro Siza, a casa em Roberto Ivens- Existente, a casa d’Arquitectura, 2009


 

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Tue, 03 May 2011 12:14:00 -0700 “A casa é o lugar das experiências e sensações que não podem ser sentidas em nenhuma outra circunstância.”_"The house is a place of experiences and sensations that cannot be felt in any other circumstances." http://espacosimaginarios.posterous.com/test http://espacosimaginarios.posterous.com/test

 

Na habitação não passamos apenas momentos. Siza sintetiza-o muito bem: “A casa é o lugar das experiências e sensações que não podem ser sentidas em nenhuma outra circunstância.”1

Podemos verificar isso mesmo no filme do realizador italiano Luchino Visconti, “Gruppo di Famiglia in un Interno”, em que todas as cenas se desenvolvem no interior de duas habitações2. Elas são o lugar único onde as personagens se encontram e onde criam relações de proximidade. A casa funciona como um espaço de socialização e de novas experiências e emoções, especialmente para a personagem do professor, habituado a viver sozinho, e que ao longo do filme vê a sua casa invadida por uma nova família.

É interessante perceber que à medida que o professor e a família Bianca começam a ter intimidade, partes mais íntimas da casa são reveladas. É disso exemplo, a revelação do espaço secreto que se esconde por detrás da estante na biblioteca. O quarto escondido é o espaço imaginário primordial da habitação, na medida em que guarda os segredos da casa. No tempo da guerra albergou refugiados, e agora, no tempo em que o filme se desenrola, alberga uma personagem que ficou ferida.

O excerto do filme, apresenta algumas das cenas que se passam no espaço mencionado.

 

At house we not only live moments. Siza summarizes it well: "A house is a place of experiences and sensations that cannot be felt in any other circumstances."1

We can see that in the Italian movie, from the director Luchino Visconti, "Gruppo di Famiglia in un Interno", in which all scenes develop within two houses2. They are the only place where the characters are and where they create close relationships. The house functions as a space of socialization and new experiences and emotions, especially for the character of the professor, used to lived alone, and that through the film, finds his home invaded by a new family.

It is interesting that as the teacher Bianca and family begin to be intimate, more intimate parts of the house are revealed. An example of that is the revelation of the secret space that lies behind the bookcase in the library. The hidden room is the main imaginary space of the house, because it holds the secrets of the house. In time of war housed refugees, and now, at the time the film unfolds, it carries a character who was injured.

The excerpt from the movie, shows some scenes that are in the mentioned space.

 

 

1_El Croquis, Álvaro Siza 2001-2008, Fernando Márquez Cecilia, Richard Levene, editores, Madrid, 2008

2_Gruppo di famiglia in un interno, Luchino Visconti, 1974

 

 

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Mon, 02 May 2011 04:59:41 -0700 os hábitos tornam-nos cegos_ habits make us blind http://espacosimaginarios.posterous.com/os-habitos-tornam-nos-cegos-habits-make-us-bl http://espacosimaginarios.posterous.com/os-habitos-tornam-nos-cegos-habits-make-us-bl

O atelier de arquitectura espanhol espai MGR, desenvolveu um trabalho fotográfico, com o nome de: “habits make us blind”(os hábitos tornam-nos cegos), que explora os lotes vagos e marginalizados da baixa da cidade de Valência, enquanto potenciais espaços imaginários do dia-a-dia. Tornando-os em espaços de qualidade, que apenas são construídos na nossa mente.

"...como uma metástase invisível gerada no coração da cidade e estendendo-se a todas as suas artérias. Bairros que, apesar de terem um grande potencial, estavam sem uso, não promovendo um bom meio de desenvolvimento sustentável. Nós reconhecemos isso como um tema comum nos bairros centrais, em Valência. Às vezes, os turistas são os habitantes da cidade que prestam atenção ao assunto em questão, por um momento, porque os problemas secundários implícitos decorrentes desses espaços nos afectam directamente. No entanto, na maioria dos casos, eles são apenas uma parte do quotidiano. Este corpo fotográfico de trabalho tem como objectivo chamar a atenção das pessoas para estes espaços negligenciados. Ele exige o uso recreativo desses lotes vagos, como vistos através dos olhos de uma criança, preenchendo-os com construções impossíveis, instalações surrealistas em consonância com o problema. (...)" – texto dos espai MGR, retirado do blog DESIGN BOOM

 

 

The spanish Architecture Studio espai MGR, developed a photographic work, with the name: “habits make us blind”, that explores vacant and marginalized lots from Valencia downtown , as potential imaginary spaces from everyday. Transforming them into quality spaces, that could only be built in our mind.

“...like an invisible metastasis generated in the heart of the city and extending to all its arteries. Neighborhoods that, although having huge potential, lay unused, not promoting a good means of sustainable development. We recognize this as a typical theme in the central neighborhoods in Valencia. sometimes, the tourists are the city's inhabitants pay attention to the issue at hand for a moment because secondary problems stemming from those spaces implied affect us directly. However, in most cases, they are only a part of daily way of life. This photographic body of work aims to call people's attention to these neglected spaces. It demands the recreational use of these vacant lots as seen through the eyes of a child, by filling them with impossible constructions, surrealistic installations in line with the problem. (...)” - Text from espai MGR, via blog DESIGN BOOM

 

 

 

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Mon, 02 May 2011 02:24:00 -0700 feitos de casas_made of houses http://espacosimaginarios.posterous.com/51538564 http://espacosimaginarios.posterous.com/51538564

Juntos_prada_titulo_1

Somos feitos de casas.

Somos feitos de casas, tal como nos mostra a imagem da produção realizada por  Amo/Rem Koolhaas, Alexander Reichert, Fausto Fantinuoli e Phil Meech, para a apresentação da colecção Prada, Primavera Verão 2011: “Real Fantasies”.

Somos feitos de casas porque o significado que a habitação tem na nossa vida, carregado de memórias e simbologias, torna-a parte do nosso imaginário - um mundo sem tempo e sem lugar específico. “A casa... É um lugar único e maravilhosamente inexplicável” (Álvaro Siza, El Croquis)1. 

A habitação é o espaço em que crescemos, onde damos os primeiros passos, aprendemos as primeiras palavras, o nosso primeiro espaço de socialização (com a família) e onde aprendemos os valores, os costumes e tradições. Como escreveu José Salgado, “é mais relevante quando falamos de casas, os momentos de vida de que foram ou são protagonistas”(Introdução à entrevista de Álvaro Siza sobre a Casa Ivens)2.

 

We are made of houses.

We are made of houses, as it shows the picture, in the production held by Amo/Rem Koolhaas, Alexander Reichert, Fausto Fantinuoli and Phil Meech, to present the Prada, Spring/Summer 2011 collection: "Real Fantasies".

We are made of houses because the meaning that housing has on our lives, full of memories and symbols, makes it part of our imagination – a world without time and without specific place. “The house... It is a wonderfully unique and inexplicable place" (Alvaro Siza, El Croquis) 1.

Housing is the space where we grew up where we started to give the first steps, we learned the first words, our first space of socialization (the family) and where we learn the values, customs and traditions. As José Salgado wrote, "is more relevant when it comes to homes, the moments of life that were or are protagonists" (Introduction of interview to Álvaro Siza about Ivens House) 2.

 

 

 

1_El Croquis, Álvaro Siza 2001-2008, Fernando Márquez Cecilia, Richard Levene, editores, Madrid, 2008

2_SALGADO, José, Entrevista de José Salgado a Álvaro Siza, a casa em Roberto Ivens- Existente, a Casa d’Arquitectura, 2009

 

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Thu, 28 Apr 2011 09:02:00 -0700 Vendedor de Sorrisos_The Smile Salesman http://espacosimaginarios.posterous.com/51120812 http://espacosimaginarios.posterous.com/51120812

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O projecto "vendedor de Sorrisos", consistiu na elaboração de cenários para uma peça de teatro. A peça de teatro conta a história do nascimento de Jesus confrontando-a com o Natal dos dias de hoje.

O objectivo foi criar um espaço de gruta, que transmitisse a ideia forte de "luz", com materiais baratos, e que pudessem ser reutilizados.

O material utilizado para a estrutura, foi a madeira de Pinho lacada de branco e resto do espaço configurado por uma série de tecidos brancos paralelos entre si, de forma a criar uma ideia de tridimensionalidade, de leveza e transparência. O desenho dos recortes, tenta fazer com que a gruta abrace as personagens, dando destaque ao local da manjedoura, onde a personagem principal permanecia.

A iluminação, era responsável por criar diferentes ambientes, consuante a história se ía desenrolando.

 

"The Smiles Salesman" project, was to draw up scenarios for a play. The play tells the story of the birth of Jesus confronting it with the Christmas today. The aim was to create a space of cave, which transmit a strong sense of "light", with cheap materials, and that could be reused.

The material used for the structure, was the pine wood lacquered white and the rest of the space configured for a variety of white fabrics parallels to each other, to create a sense of depth, lightness and transparency. The design, tries to make the cave embrace the characters highlighting the location of the manger, where the main character remained.

The illumination was responsible for creating different environments, during the story was going to unfold.

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Thu, 28 Apr 2011 08:26:33 -0700 PKLN 09_20 Slides 6 minutos e 40 segundos http://espacosimaginarios.posterous.com/pkln-0920-slides-6-minutos-e-40-segundos-0 http://espacosimaginarios.posterous.com/pkln-0920-slides-6-minutos-e-40-segundos-0

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Thu, 28 Apr 2011 08:14:13 -0700 PKNL09_20 Slides 6 minutos e 40 segundos http://espacosimaginarios.posterous.com/pkln-0920-slides-6-minutos-e-40-segundos http://espacosimaginarios.posterous.com/pkln-0920-slides-6-minutos-e-40-segundos

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Thu, 07 Oct 2010 14:20:00 -0700 Pecha Kucha “o som de uma conversa” PKNL 09 http://espacosimaginarios.posterous.com/pecha-kucha-o-som-de-uma-conversa-pknl-09 http://espacosimaginarios.posterous.com/pecha-kucha-o-som-de-uma-conversa-pknl-09

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Espaços Imaginários no PKNL 09

Mais fotos: http://www.behance.net/gallery/Behance-Portugal-on-Pecha-Kucha-Lisbon/735771

Em breve fotos da Arquitecta Romana Santos 

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Wed, 29 Sep 2010 16:22:00 -0700 O Imaginário na Habitação http://espacosimaginarios.posterous.com/o-imaginario-na-habitacao http://espacosimaginarios.posterous.com/o-imaginario-na-habitacao

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Challenge: Share with us the Imaginaries Spaces that you live or lived through your home! Texts, photos or films, you choose!

For photos and films, send a email to sara.mcn@gmail.com

Desafio: Partilha comnosco os Espaços Imaginários em que vives ou viveste através da tua casa! Textos, fotos ou filmes, tu escolhes!

Para fotos e filmes, envie um email para sara.mcn@gmail.com


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Wed, 29 Sep 2010 16:18:00 -0700 Untitled http://espacosimaginarios.posterous.com/29283719 http://espacosimaginarios.posterous.com/29283719

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Imaginary: adj. (Lat. Imaginarium). That exists only in imagination, which has no reality, illusory, imaginary, fantastic. Chimerical, Utopian, theoretical, vain, illusory, apparent. Imaginary Invalid, a person who things that is sick, and is not reality; sick of schism.
Imaginary spaces, the spaces created by the imagination, outside the real world, there to establish their dreams, fantasies, chimeras. In mathematics, it is said of numbers, quantities that can not conceive of as actually existing.

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